No mundo corporativo, especialmente em PME, muita gente acha que motivação é só salário, bônus e benefícios. Eu vejo isso todos os dias. A empresa oferece tudo que consegue, mas o time continua desengajado, cansado e entregando no limite do mínimo.
O erro comum é confundir conforto com motivação. Quando o colaborador tem tudo organizado, mas não enxerga um motivo claro para lutar, crescer e contribuir, ele entra no modo automático. Isso vale também para o dono: quando a empresa vira só apagar incêndio e pagar boleto, o sentido se perde.
Na prática, o que funciona é dar direção concreta de propósito no dia a dia, não em frases bonitas na parede:
• Clareza de por que a empresa existe: que problema real do cliente eu ajudo a resolver melhor hoje do que ontem.
• Metas que façam sentido: não só número, mas impacto no cliente (menos reclamação, mais recompra, mais indicação).
• Conexão com o cliente: o time precisa ver, ouvir e sentir o resultado do que faz, seja num elogio, numa reativação ou numa venda bem conduzida.
Quando eu organizo relacionamento com cliente com CRM, pós-venda e fidelização, não é só para vender mais. É para dar ao time uma razão concreta para existir na operação: ver cliente voltando, base crescendo, problemas diminuindo.
Se você sente que sua equipe está cumprindo tabela, mesmo com tudo “certo” na empresa, me chama no inbox. Dá para recolocar propósito no centro usando o relacionamento com o cliente como motor.
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